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sábado, 6 de agosto de 2016

Dica Otaku: Toradora!

Oi, gente!

Quanto tempo!! Minha vida está um pouco atarefada e o blog, como sempre, acaba esquecido. No meu pouco tempo livre que tenho, gasto assistindo séries, filmes e animes. Principalmente animes.

Fiz uma assinatura no Crunchyroll, que seria uma Netflix de animes. Não chega a ter um sistema tão excelente quanto o Netflix, mas dá pro gasto. Acho que pago 15 reais por mês e pra mim, vale a pena, pois tem bastante novidades.

Não me lembro onde vi, (não sei se foi no canal Glass Reflection ou no Noticias Anime United) mas indicaram este anime e quando vi na parte de animes mais populares do CrunchyRoll, resolvi assistir.


Toradora é um anime baseado numa light novel de 25 episódios que foi exibido entre 2008-2009. O anime começa com um plot levemente clichê de triângulos amorosos com outras personalidades igualmente clichês.

Um garoto do 2º ano do Ensino Médio, Ryuji Takasu, é um bom menino. Gentil, educado, levemente tímido, estudioso, bom filho, adora afazeres domésticos(!!) porém o grande "problema" é que ele herdou de seu pai uma aparência de "deliquente". Ele tem um olhar de mal-encarado, o que afasta algumas pessoas.

Em contrapartida, temos Taiga Aisaka, conhecida na escola como "Tigre de Bolso", em referência ao nome dela que soa como Tiger, em inglês, e pelo fato dela ser o perfeito estereótipo de baixinha invocada.

Taiga gosta do melhor amigo de Ryuji, Yusaku Kitamura, que é representante de sala e bem popular entre todos. E Ryuji gosta da melhor amiga de Taiga, Minori Kushieda, garota esportista, muito esforçada, meio doidinha e extremamante alto-astral.

Os caminhos da baixinha invocada e do cara bonzinho com fuça de delinquente se cruzam quando Taiga decide escrever uma carta de amor para Kitamura, porém bota a carta no armário escolar errado, sendo este o de Ryuji. Ao encontrar a carta só em casa, ele tem sua residência invadida por Taiga para recuperar a carta, porém ela lida com tudo de maneira BEM violenta. Após conseguir acalmá-la, Ryuji fala que vai ajudá-la a conquistar Kitamura. E em algum momento da conversa, ele revela que gosta da melhor amiga de Taiga, e esta diz também que irá ajudar Ryuji a conquistar Kushieda. E assim começa a relação dos dois personagens.



O que gostei desse anime foi a incrível evolução. Pra mim, começou muito estereotipado. Menina tsundere (personalidade que é inicialmente agressiva, que alterna com uma outra mais amável) junto com menino capacho. Começou engraçadinho, bem comédia mesmo, mas o primeiro episódio ainda não tinha me conquistado. Continuei porque não tinha nada melhor pra ver, mas ainda bem que persisti.

A comédia começa a ficar mais comédia romântica e os personagens são melhor apresentados, mostrando seu pano de fundo, família, amigos, etc. Isso pra mim foi essencial, pois mostra porque tal personagem é daquela maneira. Por exemplo, a Taiga tem um personalidade terrível, muito mal educada, explosiva e violenta. Ao passar da série, você consegue compreender um pouco porque ela é assim. O background familiar dela é um tanto conturbado. A mesma coisa com Ryuji e os outros. Os elementos que formam cada personalidade é mostrado aos poucos e é o que mais me encantou na série. A construção psicológica das pessoas. Não fica só naquela comediazinha rasa que vemos em muitos animes.

E a série cresceu tanto, mas tanto, que nos últimos episódios, ela estava bem profunda, saindo do plot inicial de garotinhos de ensino médio que gosta de fulaninho ou sicraninho. Vai pra resolução de problemas psicológicos e familiares e relações interpessoais que achei muito incrível. E chegou um momento que eu não conseguia parar de chorar nessa série!! Poxa, tô vendo comédia e tô chorando que nem uma desgramada? Tem algo errado nisso aí! HAHAHA Sério, essa série fica muito, mas muito boa.

É uma coisa meio boba, mas vocês sabem que muitas comédias românticas japonesas, o contato carnal mais forte que os casais acabam tendo é um abraço ou pegar na mãozinha. Fiquei muito feliz que em um momento da série, o casal finalmente se beija. Fico maluca com estas comédias românticas que o casal tá praticamente casado e não rola nem um bitoquinha.


Indico demais essa série. Quem tiver a fim de sentir o coração apertar um pouquinho, rindo e chorando, tudo ao mesmo tempo, começa a assistir essa série agora.

Dá pra ver pelo CrunchyRoll aqui.

E aí, gostaram? Tem alguma indicação de série aí? Conta pra mim!

domingo, 22 de março de 2015

Dica Otaku - Animes Preferidos do 1º trimestre de 2015

Oi, gente!

Desde ano passado tenho assistido muito mais anime que o normal. Eu peguei um PC antigo meu, instalei na TV da sala e é só sucesso. Muito anime e muito Netflix o tempo inteiro. Antes eu desanimava de assistir anime porque tinha que assistir no computador de trabalho e nunca será tão confortável quanto assistir na TV na sala, né?

Vou indicar aqui alguns animes que assisti bastante este ano (e alguns do ano passado também, porque não?) que são extremamente legais.


Parasyte


Quando li o primeiro plot deste anime, achei que seria meio besta e infantil, mas está longe disso. Uma espécie alienígena que se assemelha com pequenos insetos ou esporos de plantas usam os seres humanos como hospedeiros. Eles penetram pela pele e seu objetivo é chegar no cérebro humano e dominá-lo. E foi o que quase aconteceu com Shinichi Izumi, um rapaz meio banana de seus 16-17 anos. Quando a criatura penetrou em seu braço e ele viu que estava "subindo" pra algum lugar, ele amarrou seu braço bem apertado (igual quando a gente vai tirar sangue) e a coisa parou. Só que esse ser, como não conseguiu chegar no seu objetivo, "dominou" o braço direito de Shinichi. Eles acabam tendo uma relação estranha, uma certa parceria para sobreviverem as adversidades que ocorrem quando esta nova raça de seres chegam e dominam alguns humanos. Tem bastante drama e suspense, já que eles tem que tomar muitas decisões acerca dos novos humanos dominados e também com seus familiares e amigos.


Shirobako


Não sei se esse toooodo mundo vai gostar, eu curto muito porque me identifico um pouco por causa da minha profissão, que é ilustradora, mas acredito que qualquer pessoa que gosta e tem curiosidade sobre o mundo da animação vai curtir.
Shiro Bako mostra o dia a dia de um estúdio pequeno de animação, a Musashino Animation, e o caminho profissional de 5 amigas de ensino médio que tem o sonho de trabalhar com animação, cada uma em uma área específica: ilustração, 3D, roteiro, dublagem e supervisão.
Interessante é que, ao pesquisar um pouco sobre este anime, descobri que muito dos personagens da série são inspirados em pessoas reais da indústria de animação japonesa. Cliquem aqui e vocês verão algumas imagens, como a mostrada abaixo, de personagens do anime e da vida real.

Koufuku Graffiti

Não assista este anime se você estiver com fome, você vai passar mal, sério!
Este anime conta a história de Ryou Machiko, uma menina de ensino médio que mora sozinha porque os pais trabalham no exterior e ela se sente muito, mas muito solitária. Ela é uma incrível cozinheira, faz comidas maravilhosas, mas por estar tão sozinha, ela não sente o prazer de aproveitar uma boa refeição ao lado de uma boa companhia. Até que sua prima do interior começa a ir algumas vezes na semana pra sua casa por motivos de estudo e sua solidão cessa e sua habilidades culinárias são mostradas com maestria. Agora Ryou se sente mais feliz por ter companhia e assim ela aproveita melhor os deliciosos pratos que ela faz. Acho legal abordar esta questão do sentimento humano com a comida. Já comeu alguma coisa que é realmente gostosa quando estava se sentindo triste? Não é super sem-graça? O anime aborda muito isso. Só que você precisa assistir este anime comendo alguma coisa ou de estômago cheio, porque você estará assistindo literalmente a pornografia culinária (food porn, para os íntimos). Quando você acaba de ver o anime, tu fica aguando de tanta vontade de comer algo extremamente gostoso.

Your Lie in April
Prepare seus lencinhos, você vai chorar litros. Desculpe, mas não consegui achar a abertura deste anime no Youtube, então coloquei uma performance de uma das personagens principais da série. Começa nos 27 segundos.

Arima Kousei era um incrível pianista infantil. Após a morte de sua mãe, que também era sua professora de piano, ele teve um colapso nervoso durante sua última apresentação e não conseguiu mais tocar piano desde então. Até que ele conheceu Kaori Miyazono, uma violinista de personalidade impetuosa e bem "pra frente", que estimula (pra não dizer empurra) Kousei a voltar a tocar piano, porém com uma abordagem diferente, mais solta e menos técnica.

O anime é lindo, com muitas músicas clássicas e momentos de comédia e tensão. É uma série curta, com 22 episódios, mas que vai fazer você colar no sofá e chorar sem dó.


Sword Art Online


Este já é do ano passado, mas vale a indicação. Você conhece Oculus Rift, aquele óculos que tenta de botar num jogo de um jeito mais realista? Basicamente, no anime, eles possuem um Nerve Gear, que seria um óculos/capacete que leva sua mente para um jogo virtual, trazendo total imersão para o jogador. Um dos jogos com esta tecnologia é o Sword Art Online, um MMORPG de lutas de espadas que era lançamento no Japão. Muitos jogadores compraram o jogo na estréia e assim entraram no mundo virtual, porém algo muito inesperado aconteceu. O criador do jogo mudou a estrutura de Sword Art Online, não permitindo que seus jogadores pudessem sair do jogo, suas vidas não seriam infinitas, como na maioria dos jogos de RPG, e teriam uma única vida, e se você morresse dentro do jogo, você morreria na vida real, já que sua mente estaria morta. Para sair do jogo, é preciso zerá-lo. Só que vocês sabem como é RPG né? Um milhão de fases e mundos e não morrer num mundo assim, com apenas uma vida, é realmente difícil. Isso torna o anime extremamente interessante e tenso, já que eles realmente estão jogando por suas vidas.

Sword Art Online se tornou um anime extremamente popular e teve algumas temporadas, mas eu mesmo só curti a primeira e a segunda. Comecei a ver a terceira, mas acho que o anime perdeu a mão, sabe? Os personagens novos que surgiram são massantes e a ação que tinha nas primeiras temporadas nem se compara... Assista sem medo a primeira e a segunda temporada (as temporadas estão com histórias bem fechadinhas) e as outras temporadas assista por sua conta em risco...

Estas são minhas indicações do momento. Eu tenho mais, mas o post ia ficar gigante.
Espero que tenham gostado.
Quais animes vocês estão assistindo? Conta aí!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dica Otaku: Fairy Tail

Oi, gente!

Hoje vou falar do meu último anime vício do momento: Fairy Tail.

Imagem: Animes DPG Friends

Visão Geral (retirado da Wikipédia)

Fairy Tail é um mangá criado por Hiro Mashima, autor da série de sucesso Rave Master. O mangá começou a ser publicado em agosto de 2006, na edição 35 da Weekly Shonen Magazine. O anime segue as aventuras do mangá, onde a jovem maga Lucy Heartfilia se junta a famosa guilda Fairy Tail logo após conhecer Natsu Dragneel, que está à procura do dragão Igneel, um suposto Dragão que o criou e ensinou-o habilidades mágicas. Em 16 de julho de 2010 durante o evento de animes Anime Friends a Editora JBC anunciou que havia comprado os direitos sobre o mangá e assim iria públicar a série no Brasil.
Imagem: Anime Walpaper HD
Vi um tempo atrás o mangá nas bancas, mas preferi ler online pra ver se era bom. Não sei porquê, a série no mangá não conquistou tanto meu coração. Aí vi de bobeira o episódio no Anitube e a série em anime é muito boa.
Imagem: Clube de ANimes Digital
A ambientação do jogo me lembra muito a grande maioria dos jogos de RPGs onlines: tem magos (a classe que mais amo), ação, guildas, missões e comédia. Não é o tipo de anime profundo e que te faz pensar na vida; é leve, engraçado e ótimo pra assistir depois daquele dia chato de trabalho.

O anime e mangá é centrado em 4 personagens:  Natsu Dragneel, Lucy Heartfilia, Gray Fullbuster , Erza Scarlet e Happy.


Imagem: Fairy Tail Wikia 
Lucy Heartfilia é uma jovem maga de 17 anos que sonha em tornar-se uma grande maga e entrar na famosa guilda Fairy Tail. A magia que ela usa são os Espíritos Celestiais, nos quais ela invoca com chaves especiais. Existem as chaves douradas do Zodíaco, que tem os espíritos mais fortes e são mair raros de encontrar, e as outras chaves, que tem espíritos mais fracos.

Imagem: Fairy Tail Wikia
Natsu Dragneel é um Dragon Slayer do elemento fogo, que é um mago que foi treinado por um dragão de verdade, chamado Igneel. Ele foi criado desde criança por este dragão, porém ele sumiu de repente alguns anos atrás, deixando Natsu abandonado e sozinho. Ele foi acolhido pela Guilda Fairy Tail e enquanto faz suas missões, ele sempre tenta coletar informações que possam o levar ao encontra de Igneel.

Natsu, assim como seu elemento fogo, tem temperamento explosivo e não pensa muito nas consequências dos seus fortíssimos ataques, que acabam detonando prédios ou cidades inteiras, o que dá muito prejuízo e dor de cabeça para o mestre da guilda, Makarov.

Natsu tem uma fraqueza bem distinta: ele fica severamente enjoado em meios de transporte. Isto já o deixou em muitas situações embaraçosas em batalhas.
Imagem: Fairy Tail Wikia
Gray Fullbuster é uma mago de gelo que cria objetos inanimados (martelo de gelo, lança de gelo, etc.). Ele tem uma amizade muito forte com Natsu, mas ao mesmo tempo são rivais e brigam o tempo inteiro. Quando criança, sua cidade natal e família foram destruídas por um demônio. Sozinho, ele foi acolhido por uma maga de gelo, que lhe ensinou tudo que ele sabe. Por causa do treinamento de resistência ao gelo, no qual ele tinha que ficar só de cueca no gelo enquanto treinava, ele tem um costume estranho de sempre ficar semi pelado do nada nas mais variadas situações. Infelizmente a sua mestra de magia morre e ele então entra na Fairy Tail.

Imagem: Fairy Tail Wikia
Erza Scarlet é uma maga que tem o poder de se reequipar com diferentes armaduras e armas. Alguns inimigos até a chamam de "Princesa Cosplay"  pela constante mudança de roupas durante as batalhas. Ela tem uma força bruta enorme e conhecedora de várias técnicas de luta diferentes. Ela é considerada um dos três magos mais poderosos de Fairy Tail.

Imagem: Fairy Tail Wikia
Happy é o gatinho voador falante e companheiro de Natsu. Ele não tem poder de luta nenhum, mas é de grande ajuda pois ele pode transportar seus amigos com suas asas por um espaço determinado de tempo.

Fairy Tail é uma daquelas séries famosas e longas de animes, sem previsão de acabar. Juntamente com Naruto e One Piece, Fairy Tail está aí conquistando fãs por todo mundo. Um dos problemas das sérias longas é que geralmente o anime sofre com os "fillers", episódios enche-linguiça que serve pra separar uma saga da outra e pra dar um tempo pra série em mangá avançar mais e assim continuar seguindo a risca a série original. Vou dizer que os até os fillers de Fairy Tail são muito engraçados e "assistíveis". Digo isso porque tem alguns fillers de algumas séries que são horríveis, como os de Naruto, que eu nem assisto porque são uma afronta a minha inteligência de tão ruins. Perdi a fé na humanidade quando assisti um filler de Naruto que tinham que lutar com um avestruz falante de gravatinha borboleta.

Enfim, recomendo muito Fairy Tail pra quem gosta deste universo RPG e que quer algo leve e divertido pra assistir.

E aí, gostaram? Gosta destas séries hypadas de anime ou curte algo mais alternativo? Conta aí!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dica Otaku - Another

Oi, gente!

Hoje a dica Otaku é o anime Another.

Sinopse

Another é um romance de horror e mistério por Yukito Ayatsuji, publicado em 29 de outubro de 2009 por Kadokawa Shoten. A adaptação do mangá de Hiro Kiyohara foi serializado entre o maio 2010 e janeiro de 2012 nas edições de Ace Young Kadokawa Shoten da. Uma série de anime para TV de 12 episódios foi produzido pela P.A Works e exibida no Japão entre 10 de janeiro e 27 de março de 2012, e um filme live-action será lançado nos cinemas japoneses em 4 de agosto de 2012.


Em 1972, um estudante muito popular da sala 3-3 chamado Misaki morreu no meio do ano letivo da escola de ensino fundamental Yomiyama Norte. O resto dos alunos, devastados pela perda inesperada, decidiram  continuar como se o seu colega de classe ainda estivesse vivo, indo tão longe a ponto de manter a mesa no lugar e trazê-la para a cerimônia de formatura. No entanto, ninguém poderia explicar por que o seu colega de classe, já morto, estava presente na foto de formatura.

Na primavera de 1998, o estudante de 15 anos Kōichi Sakakibara chega de Tóquio, em Yomiyama, para ficar com seus avós enquanto o pai trabalha na Índia. Ele é transferido para a Classe 3-3, mas ele perde as primeiras semanas de aula por causa de um pneumotórax que o mantém hospitalizado.  Enquanto no hospital, ele recebe a visita de seus colegas e conhece uma garota misteriosa vestindo seu uniforme de escola chamado Mei Misaki, que parece estar visitando o necrotério.

Uma vez recuperado, Kōichi vai para a escola e tenta se adaptar. Sua tia Reiko, um professor em Yomiyama Norte, dá-lhe algumas sugestões de como se comportar em sala, mas, assim como seus colegas de classe, mantém uma atitude evasiva quando o assunto é o comportamento para com Mei, a quem eles tratam como se ela não existisse. Kōichi fica ainda mais confuso pelo ar de mistério em torno de Classe 3-3 e o fato de que a turma é isolada das outras classes, inclusive praticando aulas de educação física separadamente.

As tensões aumentam quando de repente uma das colegas de Koichi morre de maneira bem trágica. Esta é uma das muitas mortes relacionadas com a classe 3-3 que têm Kōichi e sua amigos Mei, Naoya Teshigawara, Tomohiko Kazami, e Yuya Mochizuki, tentando desvendar o mistério de Misaki em 1972, e "calamidade" sem sentido que atingiu Classe 3-3 desde então.


Minha opinião - Anime

Não li o mangá, então só falarei sobre o anime.

Este anime foi sugestão da amiga e leitora do blog Pamela, que disse que era muito bom. Comecei a assisti-lo no Anitube  tenho que dizer que achei os primeiros 3 episódios extremamente parados. Já estava desanimando do anime, quando finalmente alguém morre, e de maneira bem gore. Até que enfim alguma coisa acontece, pois os 3 primeiros episódios só fica naquela coisa de "será que é, será que não é?"...chatinho... Mas se você tiver paciência, o anime começa a pegar corpo e dar mais interesse com o tempo.
 Depois da morte ocorrida em 1976 do aluno Misaki e seu estranho aparecimento pós-morte na foto da turma na formatura, a sala 3-3 meio que tornou-se amaldiçoada. Todo ano, acontece a chamada "calamidade", que são mortes repentinas e geralmente violentas de alunos ou parentes de alunos da sala 3-3.
Em algum momento deste padrão da maldição, alguém percebeu que há sempre uma pessoa extra na sala. E esta pessoa extra é que dá um "bug" no sistema sobrenatural na sala que faz com que estas mortes seguidas aconteçam. E esta pessoa extra acredita-se que seja uma pessoa morta. Porém as pessoas da sala não sabem quem é esse extra, o "outro" aluno, pois a pessoa comporta-se como uma pessoa viva normal, já que nem o extra sabe que está morto.

Muitas outras coisas e pistas aparecem durante a série, desde pistas de como acabar com a calamidade quanto pistas de quem seja o "morto".


Então o que faz você ficar vidrado no anime e tentar descobrir quem é o tal aluno extra e quem será a próxima pessoa a morrer. As mortes de Another me lembram um pouco aquele filme Premonição, com mortes bem cheias de sangue e complexas.

Se você curte um anime de mistério e leve terror, pois não dá susto em ninguém, você vai gostar de Another.

E aí, gostaram? Gosta de animes de terror/mistério? Conta aí!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Dica otaku: Oruchuban Ebichu (NSFW)

Oi, gente!

Dica otaku de hoje eu pensei bastante antes de colocar aqui, já que é um anime pra maiores de 18 anos. Os outros que eu já mostrei também são, porém este tem muito conteúdo sexual, porém voltado pra comédia. Se você se sente ofendido com este tipo de conteúdo, por favor, não leia esta dica otaku. =)

Mas sinceramente, eu PRECISO falar sobre Ebichu pra vocês. É um dos animes mais non-sense e engraçados que eu já tive o prazer de assistir.

Sinopse (como visto na Wikipédia)
Oruchuban Ebichu é uma série de mangá criada por Risa Itō que foi publicada pela Editora Futabasha. Mais tarde se tornou um anime produzido pela Gainax, mas animado pelo Grupo TAC. Foi ao ar originalmente com seis episódios de oito minutos em 1999. Ebichu é anime muito adulto por natureza, e sua violência explícita, insinuações, e cenas de sexo só podiam ser mostrado no Japão DirecTV. A versão sem cortes da série só é encontrado em DVD. O show é feito em um estilo de arte simplista, e seu conteúdo sexual é mais voltado para a comedia ao invés de fanservice.


 A maioria dos episódios seguem Ebichu, uma hamster falante dedicada a sua dona freqüentemente indiferente, que é apenas identificada como OL ("Office Lady" - moça do escritório), uma solteira de 28 anos (esta é a sua idade na série de mangá original, enquanto ela tem 25 anos de idade na série de anime), que distribue comentários cínicos e espancamentos ocasionais sobre o roedor. Esse abuso é geralmente causado pela falta  de tato ou de decoro quase perturbador de Ebichu, que muitas vezes constrange sua mestra na frente de outras pessoas. Ebichu muitas vezes tenta corrigir a moça do escritório de más decisões, como a repreensão de Ebichu sobre namorado odioso e indigno de confiança apelidado Kaishounachi (homem sem valor).
Anime
Como não li o mangá inteiro, só a primeira edição, falarei só do anime.

Eu conheci o anime do Ebichu na época que eu tinha dois hamsters. O meu amigo Derrick falou que viu um anime que tinha uma personagem "parecida" fisicamente comigo, de cabelos castanhos e que tinha um hamster. E foi assim que conheci este hilário anime. E não, eu não tenho um namorado tosco igual a moça do escritório.
Quem conhece um pouco de animes, já deve ter ouvido falar no anime Hamtaro, que conta as aventuras de um hamster, sua dona e seus outros amiguinhos hamsters. O anime é bem infantil e bobinho. O design de Ebichu é bem chupinhado do Hamtaro, acredito que seja proposital, tanto que a mancha marrom que Hamtaro tem na orelha esquerda é a mesma do Ebichu, porém no lado direito.
Ebichu ama sua dona com todas as forças e é meio que a "governanta" da casa e quer sempre o melhor pra sua dona. Ebichu tem muitas boas intenções e sempre quer ajudar, porém ela é completamente sem noção de tato e educação. Não que Ebichu seja mal-educada, é mais como se fosse uma criança que fala e faz besteiras por ser inocente demais.
Ebichu odeia o namorado de sua mestra. No anime ele não tem nome, é apenas chamado de Kaishounachi, que significa vagabundo, inútil. Ele tenta sempre de alguma maneira abrir os olhos de sua dona sobre o namorado que não a respeita, a chifra o tempo inteiro e só vai ao apartamento dela quando quer sexo. Mas infelizmente Ebichu não consegue muitos resultados positivos e acaba sempre levando uma porrada da dona.
Ebichuman
Um dos momentos mais engraçados da série é quando Ebichu se transforma em Ebichuman. Geralmente ela aparece para alguma pessoa que tenha algum tipo de problema sexual (ejaculação precoce, por exemplo) e dá conselhos para ajudar na situação.

Entenda que Ebichu é um anime que tem conteúdo e conotação sexual, mas é completamente voltado para a comédia, sem intenção de excitar ninguém. Não é um hentai. O desenho em si é bem simplista. Só assistindo pra entender.

E aí, gostaram? Conta aí!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Dica otaku: Battle Royale

Oi, gente!

Estavam com saudades da Dica Otaku? A dica da vez é um mangá e um filme não tão novos assim mas que vale muito a pena dar uma olhada.

A esuerda, Shogo Kawada e Shuya Nanahara
Sinopse (de acordo com a Wikipédia)
Battle Royale (バトル・ロワイアル Batoru Rowaiaru) é um livro de Koushun Takami publicado no Japão em Abril de 1999, tornando-se um dos mais vendidos e controversos romances no país. O livro foi mais tarde adaptado ao cinema num filme igualmente popular e controverso (originando ainda uma continuação: Batoru Rowaiaru 2: Chinkonka / Battle Royale II) realizado por Kinji Fukasaku e estreado a 16 de dezembro de 2000. Foi ainda criada uma adaptação para mangá em 15 tomos.
Da esquerda para direita: Shogo Kawada, Shinji Mimura, Shuya Nanahara e Hiroki Sugimura
Tanto no Livro, Mangá e no Filme a história básica é a mesma:

Num futuro não muito distante, os jovens se tornaram um tanto rebeldes demais, devido à recessão econômica na Grande República do Leste Asiático e seus danos sociais, obrigando o governo a aprovar uma lei conhecida como ATO BR, a lei consiste em sortear uma classe de estudantes para participar de um jogo onde a principal regra é matar uns aos outros até restar apenas um. O governo diz que o motivo do jogo é cumprir uma demanda social, mas a verdade ninguém sabe.

São escolhidos jovens entre 15 e 16 anos para serem levados ao local onde ocorrerá o jogo, uma ilha chamada Okishima e aparentemente baseada em um lugar real, uma ilha da prefeitura de Kagawa a sudoeste de Shodoshima. A ilha é o local onde acontece a história relatada no mangá, porém o local não era fixo, tendo outros locais sendo utilizados para a execução do programa). Logo no inicio do mangá, já vemos a vencedora de um jogo anterior - uma garota que enlouqueceu logo depois de concluir o jogo.

A premissa, por si só, já é impressionante. O desenvolvimento da história é ainda mais.
A esquerda, Noriko Nakagawa e Shuya Nanahara
Mangá
Eu conheci a série inicialmente pelo mangá, nem sabia que tinha um livro (que eu não li), muito menos um filme. Assim que li o primeiro volume, já fiquei vidrada na história. Quem gosta de filmes de terror e suspense, irá adorar o mangá do Battle Royale. Assim que os estudantes são levados para ilha e lhes explicam a situação em que se encontram, na qual apenas uma pessoa sairá viva no final do "jogo", o comportamento de muitos alunos muda drasticamente. O extinto de sobrevivência fala mais alto e muitas relações como amizade e amor são jogadas completamente pra escanteio assim que os alunos percebem que precisam ficar vivos.

Mas o "jogo" tem vários detalhes que te deixam instigados a sempre saber mais e com aquele pensamento de "E agora, José? Como tu vai sair dessa, manolo?".

Os estudantes, após a explicação do jogo, recebem uma bolsa com primeiros socorros, comida, água e alguma arma para auxiliar na sobrevivência. Eu ri alto quando vi alunos recebendo frigideiras enquanto outros recebiam metralhadoras. Tudo dependeria da estratégia de cada aluno para sobreviver.

Alguns entraram no espírito do jogo com força, matando gente a torto e a direito, já outros ainda tentavam achar uma solução para sair daquela ilha vivos e outros apenas eram levados pelo pânico e medo da situação.

 Você pensa: "Mas se eles estão numa ilha, é só eles saírem de lá nadando ou num barco, certo?". Seria uma solução bem fácil, o que faria também o mangá acabar em um volume né? Só que o governo tem tudo friamente calculado e instalou em cada um dos alunos um colar que transmite exatamente a localização de casa um. Se saírem da ilha, o colar explode a cabeça deles. E pra deixar um pouco mais dinâmico, o governo ainda anuncia durante o jogo "áreas proibidas" da ilha que são ativadas em diferentes horários e, caso o aluno esteja em tal área, a cabeça dele também explode.

O que eu gosto muito no mangá é perceber como cada pessoa reage e como o comportamente fica diferente quando estão expostos a situações extremas. Alguns lidam de maneira extrema e ativa, outros se cagam de medo, outros pensam de maneira fria como sair de toda aquela situação e assim vai.

O mangá é bem gráfico. Do tipo, sangue, cérebros e tripas voando pelas folhas da revista. E em alguns momentos, tem nudez e sexo também.

Fiquei desesperada que a Editora Conrad é que estava responsável pela publicação do mangá aqui no Brasil e depois de um grande bafafá que deu com editora envolvendo calotes, simplesmente parou de publicar o Battle Royale faltando apenas 3 volumes pra terminar a série. Ano passado, depois de mais de um ano sem notícias do mangá, eu finalmente consegui completar a coleção.
Minha coleção completinha!<3
  Filme
Bem, depois que acabei de ler o mangá e ter ficado satisfeitíssima com a história, que é muito show de bola,  fiquei curiosa quanto ao filme, que foi lançado bem antes do mangá.

Infelizmente o filme é muito, mas muito inferior ao mangá. Assisti com meu namorado, que também acompanhou o mangá, e ambos concordamos que o filme não chega aos pés do mangá.

A premissa do filme é a mesma, porém o mangá se aprofunda muito mais nos personagens, suas atitudes, personalidades e comportamentos, enquanto o filme mostra uma visão bem mais superficial, focando-se mais na matança entre alunos. Ficou com cara de filme de ação meia-boca.

E me desculpem quem discorda, mas até hoje não teve um filme japonês que eu achasse incrível. Acho a atuação dos japoneses muito charlatona e com cara de "Malhação" (pra pior).

Mas mesmo eu achando o filme bem ruim, parece que ele fez um certo sucesso na época e resolveram fazer um Battle Royale 2, que não tem nada a ver com o livro nem com o mangá, então não me interessei de ver.

Shinji Mimura, Shuya Nanahara e Noriko Nakagawa. Podiam ter botados uns atores mais bonitinhos...¬¬"
E aí, gostaram? Conheciam Battle Royale? Conta aí!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dica otaku: Gantz

Oi, gente!

Estava louca pra dar esta dica otaku pra vocês. Eu já vi o anime, terminei de ler o mangá há pouco tempo (até onde foi publicado até agora) e vi os live actions e eu PRECISO falar sobre Gantz pra vocês. E se prepara pois essa vai ser uma dica longa, já que vou falar do anime, do mangá e do live action.

Vou tentar ao máximo não dar spoiler pra vocês, mas darei avisos caso seja necessário.
Imagem do WallPaper Vortex
Sinopse (retirada da Wikipédia):

Gantz (pronuncia-se em japonês "Gantsu") é uma série de mangá escrita por Hiroya Oku, e serializada na revista Young Jump. A arte do mangá é feita a partir de cenários em computação gráfica, mesclados a personagens desenhados manualmente. Recebeu uma adaptação para anime de 13 episódios pelo estúdio GONZO, e uma sequência direta, intitulada Gantz Second Stage, também de 13 episódios, exibidos pela Fuji Television.

No Brasil, o anime foi exibido pelo canal pago Animax em 2006, e o mangá é publicado pela Panini Comics desde 2007.

Gantz conta a história do adolescente de 16 anos, Kei Kurono que morre atropelado pelo metrô junto de um amigo, Masaru Katou. Após isso os dois são transportados para uma sala para participar de um jogo sanguinário, violento e competitivo, comandado por uma "esfera negra" chamada Gantz.

Apesar da série de anime possuir um fim, a série de mangá continua, sendo publicada até hoje.

Uma série de dois filmes live-action baseado no mangá foi produzido e lançado em janeiro-abril de 2011.

Anime

O anime foi o meu primeiro contato com Gantz. Em alguma feira de anime que fui, meu namorado comprou Gantz e Gantz Second Stage, totalizando 26 episódios.


O tema do anime é ficção científica para maiores de 18 anos, pois a história é bem viajante, envolvente, tem sexo (pouco, mas tem), nudez, sangue e cenas muito gore. Como vocês leram na sinopse ali em cima,  após Kei Kurono  (o personagem principal, de cabelo castanho) e seu colega de infância que havia perdido contato, Masaru Katou (o cara alto de cabelo preto com mullets), acabam sendo atropelados pelo metrô ao tentar salvar um bêbado que cai na linha do trem. No mesmo momento que seus corpos são atingidos pelo trem, com direito a cabeça e sangue rolando pra tudo quanto é lado (isto não é spoiler, gente, isso acontece logo no começo), eles são transportados para um apartamento com a vista da torre de Tóquio onde tem outras pessoas que aparentemente também acabaram de morrer, como a Kei Kishimoto, aquela vadia odeio ela (a menina ruiva de cabelo curtinho), e uma bola negra no centro, que mais tarde será conhecida como Gantz.

Momento em que Kishimoto Kei é transferida para o apartamento de Gantz.
Imagem de NeoMag
No começo, você fica tão perdido quanto os personagens do anime e quer saber mais coisas sobre a bola preta e porque os supostos mortos ainda parecem estar vivos. Gantz, assim como um visor de LCD, mostra informações em sua superfície falando sobre uma "missão" que eles tem que cumprir e a foto e descrição de um alien (??). Logo após a descrição, Gantz disponibiliza armas e roupas especiais para os personagens, que são teletransportados novamente para um bairro de Tóquio para caçar o chamado "alien cebola".

Galera no apartamento não entendendo nada e Gantz passando a 1ª missão.
Imagem de DicasdeAnimes
Nessa primeira missão, muita coisa acontece.
<SPOILER ON> 
Muita gente do grupo acha que está livre e que pode voltar pra casa. Mas logo que algumas pessoas saem do perímetro delimitado por Gantz, a cabeça do sujeito explode. Nisso, algumas pessoas do grupo encontram o alien cebola, que é pequeno e quase indefeso. Algumas pessoas do grupo levaram armas que Gantz disponibilizou no apartamento e mataram o alien cebola. Só que Gantz é um fanfarrão e esquece de avisar que, para acabar com a missão, precisa derrotar também o PAI do alien cebola, que não tem nada de pequeno e muito menos de indefeso.
<SPOILER OFF>

O anime mostra até 3 missões que o grupo Gantz tem que enfrentar. O anime, ao contrário do mangá que continua sendo publicado até hoje no Japão, tem um fim. E é aquele fim que você fica com cara de "Ué, mas já acabou?". Muita coisa fica sem explicação, deixando quem assiste com gostinho de quero mais. E é por isso que comecei a ler o mangá.

Mangá

Como depois que o anime acabou eu fiquei chupando dedo, pois MUITAS questões ficam sem respostas, como por exemplo, o que é Gantz e por que eles tem que enfrentar estas missões, eu resolvi ler o mangá pra ver se essas dúvidas eram sanadas e, graças a Deus, até o momento foram, mas também surgiram muitas novas. É tipo Lost, sabe? Quando você acha que está entendendo, vem outra coisa pra fuder com a sua cabeça.

Uma coisa que podemos notar na maioria dos mangás é como a arte do mangaká vai melhorando. O traço do artista já era foda, mas nos últimos capítulos, estavam simplesmente sensacionais.

Imagem do Punch Mangás
Comparando o anime ao mangá, o mangá é muito mais vasto, pois muita coisa aconteceu. O que posso dizer é que o que aparece no anime está super fiel aos primeiros volumes do mangá. Mas o grupo Gantz enfrenta muitas, mas muitas missões e algo que devo te dizer é: não se apegue muito a alguns personagens, pois muito gente morre o tempo inteiro em Gantz. Mas eu recomendo e muito que você leia o mangá, pois a história é muito bem escrita e muito profunda. Gantz não é só um monte de maluco atirando em aliens e vampiros (é, tem vampiros também), tem muito mais por trás disso. Tem o começo de descobertas sexuais, tem romance, tem drama, amizades e o valor que você dá pra vida e morte. Já chorei (sério!) lendo algumas partes, em especial quando tem algumas cenas de Tae Kojima e Kei Kurono, que são namorados, que é algo que não aparece no anime pois está nos volumes mais adiantados do mangá.


Enfim, leia Gantz, pois você não vai se arrepender. Já fiquei até as 3h da madruga lendo Gantz pois eu simplesmente não conseguia parar de ler.

Kei-chan e Tae-chan num momento relax
Imagem do Gantz Wikia
Live Action

Ah, o live action...admito que este eu vi por curiosidade, pois vi rolando no YouTube um trailler de um suposto filme sobre Gantz. Mas já vi com aquele pé atrás, pois vocês sabem como são adaptações de quadrinhos / games / mangás / animes para filme. Geralmente é um tiro no pé.


O live action é dividido em Gantz e Gantz: Perfect Answer (ou Gantz 2). Gantz 1 está bem parecido com o anime, mostrando as primeiras 3 missões do grupo. Os personagens principais estão até similares, principalmente Masaru Katou e Kei Kishimoto. Achei que podiam ter escolhido um ator mas parecido com Kei Kurono, pois este que colocaram é bem chinfrim. Os aliens ficaram bem fiéis. Rolou uma adaptação, é claro, mas ainda assim, ficou bom. A parte de ação do filme corre bem, o CG está convincente, porém as partes mais "faladas", que precisa mais atuação, eu acho um tanto quanto parada e chata... Não gosto da atuação dos japoneses. Sempre me parece algo bem canastrão. Me incomodou bastante também é que o filme é extremamente escuro. Sei que o mangá e o anime se passam a noite, mas tem momentos do filme que fica tudo preto e você nem enxerga as lutas direito. Tem que ver isso aê, diretor...

Gantz 1 terminou como o anime, precisando de muitas respostas e aí que entra o Gantz 2.

Imagem do Ambrosia
Não sei o que aconteceu em Gantz 2. O primeiro foi até bom, mas o segundo... Parece que o diretor pensou: "Foda-se essa merda! Já fui pago mesmo, agora vou fazer do jeito que eu quiser...muahahaha!" A história se desgringolou de um jeito que não tem nada a ver com o mangá. Ele pegou alguns pedaços soltos da história do mangá e juntou como bem entendeu. Os vampiros aparecem em Gantz 2, mas apenas como aliens. A relação de Kojima Tae e Kurono Kei se desenrola completamente diferente do mangá. Tem um alien "clone", que foi invenção pro filme, pois não aparece no mangá. Não há explicação do que é Gantz, já que é algo que você espera quando o filme tem no título "Perfect Answer" (Resposta Perfeita). Enfim, este último filme, pra mim foi uma bomba, estilo Dragon Ball Evolution...Acho que se você não tem referência nenhuma do mangá nem do anime, talvez ache que é um filme bonzinho de ação.

E aí, gostaram? Já assistiram / leram Gantz? Tem alguma indicação de anime / mangá? Conta aí!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dica otaku: High School of the Dead

Oi, gente!

Sei que o foco principal do blog é itens de beleza, maquiagens, etc. Mas o blog é também o espaço que eu coloco o que eu gosto e é o meu canto para relaxar. Como disse na apresentação do blog, sou ilustradora, ainda com muito a aprender e melhorar e sou muito influenciada pelo mundo oriental. Não sei se posso ser considerada uma otaku, já que não sou super fanática nem nada, mas eu gosto muito da cultura japonesa, principalmente de animes e mangás.

Sinto necessidade de dividir com vocês algumas dicas de animes e mangás que já assisti e que possam ser de interesse de algumas de vocês que também curtem. Então vamos lá. Começarei com o anime Highschool of the Dead.

Imagem do blog Mangás da Panini
Sinopse (retirado da Wikipedia):

Gakuen Mokushiroku – Highschool of the Dead (学園黙示, Academia Apocalipse - Colegial dos Mortos) ou popularmente conhecida apenas por Highschool of the Dead ou pela abreviação H.O.T.D é uma franquia japonesa que possui um mangá, escrito por Satou Daisuke e desenhado por Satou Shouji, sua publicação se iniciou em setembro de 2006 na revista japonesa Dragon Age da Kadokawa Shoten. Também possui um anime adaptado pelo estúdio Madhouse, que começou a ser exibido em 05 de julho de 2010 e terminou em 20 de setembro de 2010 com 12 episódios. Um OVA está previsto para ser lançado no segundo trimestre de 2011 e será vendido em blu-ray, acompanhando a edição limitada do 7º volume do mangá.

A história segue um grupo de estudantes e uma enfermeira escolar, lutando para sobreviver diante de uma epidemia mundial, que transformou as pessoas em zumbis.

Imagem do blog Coisas de um Loco
Minha opinião:

HighSchool of the Dead (H.O.T.D para os íntimos) chamou minha atenção por ser o primeiro anime que ouvi falar com a temática zumbi. Pra você que gosta do tema é um prato cheio.

O anime e o mangá tem estilo ecchi, também conhecido como "anime calcinha" ou "anime sexy". Não é pornográfico, mas abusa da sensualidade, mostrando muitas calcinhas e peitos  gigantescos balançando pela tela. Admito que no começo, achei que ia ser uma boa bosta, mas o estilo ecchi é um detalhe facilmente deixado de lado ao assistir o anime. Só pelo clipe de abertura vocês ja vão sentir o clima ecchi e perceber o que falei anteriormente.


Gente, a música de abertura é perfeita também, né? Se chama Highschool of the Death. Já baixei e está na minha pasta de Anime Songs. ehehhe

A história é super envolvente, você fica louco querendo saber o que vai acontecer  no próximo episódio. A animação é sen-sa-cio-nal. As cenas de lutas com os zumbis são épicas. Os dramas psicológicos e aquela sensação de medinho e suspense de que vai aparecer um zumbi e pegar um dos alunos é o que faz você nem piscar para assistir o anime.

Minha personagem preferida é a Saeko Busujima, estudante mais velha do grupo e lutadora de kendô (arte marcial com espadas).

Não quero falar muito sobre o anime pois tenho medo de dar algum spoiler, o que estragaria o anime para muitos de vocês. Mas se você quer zumbis, colegiais, lutas, ação e muito suspense e tensão, você PRECISA assistir este anime.

O anime está bem fiel a história mostrada no mangá, sem adaptações estranhas. O anime termina no 12º episódio e corresponde ao fim do capítulo 17 no mangá, onde *ALERTA DE SPOILER MODE ON* o grupo foge para um shopping center. *ALERTA DE SPOILER MODE OFF*. No mangá, o lado ecchi é um pouco menos explorado, dando mais destaque mesmo a história de contaminação zumbi.

Super indico, uns dos animes e mangás mais fodas que assisti e li nos últimos tempos.

E aí, gostaram? Curte zumbis? Curte animes e mangás? Ou não se interessa por nada disso? Conta aí!
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